Após Elcio
Batista assumir a comunicação do governo Camilo Santana é nítida a
articulação com a mídia, com a classe política e com os segmentos que não
frequentavam a agenda do governo. Camilo abriu seu governo, cresceu. O
governador também ganhou discurso, o discurso de líder.
Na nova
articulação com Élcio Batista construindo a agenda, dialogando com a imprensa e
se misturando ao mundo que retaliava o petismo, Camilo ganhou a estrada.
Movimentou
a alta cúpula dos Partidos, do empresariado, das entidades de classe e do
segmento burguês, foi mais fundo ainda ao encontro do povão usando linguagem do
Funk, do sertanejo e do intelectual. Camilo fala para todas as tribos.
Camilo
senta e conversa com Eunicio, almoça e frequenta o Haras de Beto Studart,
participa de reuniões com Tasso Jereissati, se aliou a oposição na Assembleia e
no Congresso Nacional e come pizza e caviar no apartamentão do articulado
Julinho Ventura. Camilo também tem agora agenda diária de candidato à
reeleição, inaugura calçamento, escola e lança equipe do Raio. Camilo também
deixou de ler o folhetim de defunto que anunciava o derrame de sangue do mês.
Camilo é
jovem, tem vontade de trabalhar e gosta de ser governador. Elcio fez o pacote e
o resultado é um Camilo vibrante e popular, além de destemido, sem medo dos
críticos, sejam aliados ou não. O governo tem números da popularidade do novo
Camilo. São guardador a sete chaves, mas o sorriso largo do governador e a
alegria de Elcio deixam no ar que o IBOPE tá alto, nas nuvens. O jargão de Camilo
e o a favela ao cumprimentar a todos, “me ajude”.


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