Um grande
analista do Brasil, Millôr Fernandes, dizia que o mal do mar de lama era a
praia pequena, que não dava para todos. Para o PSDB, é este o problema do muro:
há mais tucano do que muro.
Tasso
Jereissati e Marconi Perillo querem a presidência do partido, hoje em mãos de
Aécio (não, não pensem que ele renunciou: licenciou-se, mas sem largar o osso).
E Geraldo Alckmin espera para ver se não sobra para ele.
O candidato
à Presidência deve ser Alckmin (isso se Dória desistir, e parar de lutar pela
inviável hipótese de montar uma chapa só paulista, só tucana).
Tasso quer
sair do Governo, Fernando Henrique também, mas Dória quer ficar. O PSDB se
aliaria a qualquer partido para 2018, menos o PT – isso porque o PT adora tê-lo
como adversário. Mas o PSDB ainda está sem rumo.

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