Caetano Veloso e Paula Lavigne acabam de
conseguir na Justiça do Rio de Janeiro duas liminares que obrigam Alexandre
Frota e os dirigentes do MBL, Kim Kataguiri, Renan dos Santos e
Vinicius Aquino, a retirarem em 48 horas do Twitter e Facebook
postagens consideradas ofensivas pelo juiz Bruno Manfrenatti, da 50ª Vara
Cível.
Se não o fizerem, estão sujeitos à multa de
R$ 10 mil por dia.
Em sua decisão em relação a Frota, o juiz
sustenta que "foram dirigidas (pelo ator) ofensas caluniosas e
injuriosas" contra Caetano, "o que traduz abuso do direito à livre
expressão/manifestação conferido pela Constituição". Em seguida, a decisão
detalha as ofensas: "171, ladrão, filho da puta", além de "suposto
ato de pedofilia" e apoio a corruptos.
Na sentença dada no processo de Paula e
Caetano contra o MBL e também contra Frota, o juiz escreve que os réus tiveram
o "único intuito de depreciar a imagem dos autores", com
"ofensas difamatórias e caluniosas". Em relação a Caetano, por ter
"praticado suposto ato de pedofilia". E, no caso de Paula e Caetano,
porque "apoiariam a pedofilia e integrariam uma gangue".

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